O governo do presidente Javier Milei conquistou uma vitória importante no Congresso após a Câmara dos Deputados da Argentina aprovar o projeto de reforma trabalhista defendido pela Casa Rosada.
A proposta faz parte do pacote de mudanças estruturais apresentado pelo governo para flexibilizar o mercado de trabalho, reduzir custos para empregadores e incentivar a geração de empregos formais.
O que muda com a reforma
Entre os principais pontos aprovados estão:
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flexibilização de regras de contratação;
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alterações em indenizações trabalhistas;
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incentivos para formalização de trabalhadores;
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revisão de mecanismos sindicais e negociações coletivas.
O governo argumenta que as mudanças são necessárias para reativar a economia e reduzir a informalidade. Segundo aliados, a legislação anterior era vista como um entrave ao crescimento e à competitividade do país.
Reação política e social
A aprovação gerou forte divisão política. Partidos governistas comemoraram a votação como um passo decisivo para a agenda econômica liberal do presidente.
Já centrais sindicais e setores da oposição criticaram a reforma, afirmando que ela pode reduzir direitos históricos dos trabalhadores e aumentar a precarização do emprego.
Próximos passos
O projeto ainda deve passar por etapas adicionais no Legislativo antes de sua implementação completa. Caso seja confirmado nas demais votações, a reforma pode marcar uma das mudanças mais profundas no sistema trabalhista argentino nas últimas décadas.



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