O caso das chamadas “rachadinhas”, que marcou o início das investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro, voltou a ganhar atenção após novas discussões sobre a compra de imóveis e a origem dos recursos utilizados nas transações.
As apurações conduzidas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro investigaram movimentações financeiras suspeitas relacionadas ao período em que o parlamentar era deputado estadual.
O que foi investigado
As investigações analisaram:
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depósitos fracionados em dinheiro;
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movimentações consideradas atípicas;
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aquisição de imóveis com valores que geraram questionamentos.
Promotores buscaram entender se houve relação entre essas transações e a prática conhecida como “rachadinha”, na qual parte do salário de assessores seria devolvida ao parlamentar.
Situação judicial
O caso teve diferentes fases e decisões judiciais ao longo dos anos, incluindo anulações de provas e discussões sobre foro privilegiado. A defesa do senador sempre negou irregularidades e afirmou que as movimentações tiveram origem lícita.
Até hoje, o tema continua sendo citado no debate político, especialmente quando surgem discussões sobre transparência no uso de recursos públicos e responsabilidade de agentes políticos.
Debate político
Aliados classificam o caso como perseguição política, enquanto críticos afirmam que ele ilustra práticas antigas da política brasileira que precisam ser combatidas.
Independentemente das interpretações, o episódio segue como um dos casos mais emblemáticos do período recente da política nacional.



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