Novas informações reveladas a partir de mensagens apreendidas pela PF no celular de Daniel Vorcaro colocam o ministro Kassio Nunes Marques no centro de questionamentos sobre sua proximidade com pessoas ligadas ao Banco Master.
Segundo reportagens, Camilla Ramos, advogada cujo escritório mantinha contrato com o Banco Master, custeou a viagem de Kassio e de sua esposa para Maceió, em novembro de 2025, em uma aeronave ligada à administração de bens de Vorcaro. O ministro confirmou a viagem e afirmou que a relação com a advogada é de caráter pessoal, negando qualquer contrapartida em sua atuação no STF.
E tem mais: em 2025, Camilla realizou a festa de 15 anos da filha em Brasília, com Wesley Safadão como atração. O episódio ganhou repercussão justamente porque ocorreu no mesmo contexto em que o escritório da advogada mantinha relação profissional com o Banco Master.
As mensagens também mostram referências a hospedagens, viagens e outros benefícios envolvendo pessoas próximas ao ministro. Uma reportagem aponta ainda um contrato que poderia gerar até R$ 427 milhões em honorários ao escritório da advogada, caso obtivesse êxito em ações envolvendo precatórios de interesse do Master.
⚠️ Isso não prova, por si só, qualquer irregularidade de Kassio ou da advogada. Mas levanta uma pergunta legítima:
👉 Até onde vão as relações pessoais quando existem interesses milionários sendo discutidos na Justiça?
No caso Banco Master, cada conexão precisa ser esclarecida com transparência.
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