O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), abriu quase 10 pontos percentuais de vantagem sobre o senador  Flávio Bolsonaro (PL) em um dos cenários testados pela nova pesquisa  AtlasIntel/Bloomberg  para as eleições presidenciais de 2026. Lula aparece com 46,3%, contra 36,6% do senador. O levantamento simulou três cenários para a eleição presidencial.

No primeiro cenário, em que aparecem todos os candidatos, também foram citados Renan Santos (Missão), com 7,8%; Ronaldo Caiado (PSD), com 2,9%; Romeu Zema (Novo), com 2%; Joaquim Barbosa (DC), com 1%; Aécio Neves (PSDB), com 0,7%; Samara Martins (UP), com 0,6%; Augusto Cury (Avante), com 0,5%; Cabo Daciolo (Mobiliza), com 0,3%; e Rui Costa Pimenta (PCO), com 0,1%.

Tanto Edmilson Costa (PCB) quanto Hertz Dias (PSTU) não pontuaram neste cenário. Os votos brancos ou nulos somam 1,1%, enquanto os indecisos chegam a 0,1%.

Nova pesquisa da AtlasIntel/Bloomberg 

Em um segundo cenário, com apenas seis candidatos, Lula lidera com 47,2%. Na sequência, Flávio Bolsonaro aparece com 36,3%; Renan Santos, com 7,8%; Ronaldo Caiado, com 3,1%; Romeu Zema, com 3%; e Joaquim Barbosa, com 1,2%. Nesta simulação, os votos brancos ou nulos somam 1,2%, enquanto os indecisos chegam a 0,1%.

No último cenário, com Michelle Bolsonaro (PL)  no lugar de Flávio Bolsonaro, Lula segue na liderança, com 47,1%. A ex-primeira-dama soma 19,3%. Romeu Zema, com 8,6%, aparece empatado tecnicamente com Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 8,1%. Joaquim Barbosa fecha a lista, com 1,7%. Nesta simulação, os votos brancos ou nulos somam 5,1%, enquanto os indecisos chegam a 2%.

Aprovação e desaprovação de Lula caem

Ainda, de acordo com a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, a aprovação de Lula caiu de 47% para 45,9% em junho, se comparado ao mês de abril. Porém, a desaprovação também desceu de 53% para 52,3%. Não souberam responder 1,8% da amostragem. 

Metodologia da pesquisa

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 4.999 eleitores entre os dias 26 e 30 de junho. Segundo os organizadores, a margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04582/2026.